Aécio Neves e Clésio Andrade: uma dupla que revolucionou Minas Gerais

Presidente da Confederação Nacional do Transporte, Clésio Andrade comanda a instituição há 23 anos. Durante esse período, passou pelo governo de Minas Gerais e pelo Senado Federal. Político de presença, Clésio Andrade deixou sua marca no estado de Minas Gerais quando, como vice-governador de Aécio Neves, chegou ao governo do estado em 2003. Assim como modernizou a Confederação Nacional do Transporte desde sua chegada, Clésio Andrade deixou sua marca também na terra do pão de queijo.

Clésio Andrade e Aécio Neves: uma dupla de sucesso

Aécio Neves e Clésio Andrade

Reconhecido entre políticos como o grande responsável pela bandeira de Aécio Neves em Minas Gerais, o Choque de Gestão, Clésio Andrade foi mais do que um vice-governador, foi o corresponsável pelo governo que tirou Minas Gerais das dívidas e do atraso em que estava no início do Século XXI.

Falido após uma série de governos populistas, Minas Gerais passou a atrasar salários de servidores e a não honrar compromissos com fornecedores. Em um estado próximo de insolvência, Minas se tornou um grande problema administrativo. Foi aí que o projeto de Choque de Gestão de Clésio Andrade funcionou. Ao levar métodos corporativos de gestão e investigação, com inquéritos de corrupção funcionais, os desvios e o mau uso do dinheiro público acabou e os mal intencionados foram levados à renúncia dos maus hábitos. Ao deixar o cargo de vice-governador para concorrer ao senado como suplente de Eliseu Rezende, Clésio Andrade já despontava como um dos grandes nomes da política mineira.

Renúncia do interesse pessoal: o segredo de Clésio Andrade para o sucesso

Aplicar métodos de gestão corporativa na coisa pública e racionalizar esforços e recursos. Na opinião de Clésio Andrade, ex-senador e ex-vice governador, estas são as formas corretas de se fazer uma política responsável e de sucesso. Foi enquanto Clésio Andrade ocupou o vice-governo, que Minas Gerais deixou para trás o histórico perdulário e colocou as finanças em dia.

Clésio Andrade

Renúncia do interesse pessoal é a chave de sucesso para um político

Essa revolução também aconteceu na Confederação Nacional do Transporte. Ao assumir a presidência da CNT, Clésio Andrade decretou uma lei na Confederação: renúncia à forma tradicional de gestão pública. Deu certo. Nos últimos 10 anos a CNT já arrecadou mais de R$ 1 bilhão em tributos, ampliou sua presença em todo país e, graças a isso, capacitou milhões de caminhoneiros, motoristas de ônibus, profissionais do setor e seus familiares. A renúncia do interesse pessoal e o trabalho pela sociedade são essenciais para o sucesso.

O ex-senador Clésio Andrade escreveu certa vez em um artigo que, “(o) Estado deve se concentrar nos serviços essenciais. As áreas meio devem ser reduzidas para que o funcionalismo público possa se dedicar àquilo que é essencial: prestar serviços de qualidade na área da saúde e educação, entre outros setores chave da coisa pública. A meta deve ser atingir a excelência, e é preciso reciclar, qualificar e capacitar os servidores para que estejam aptos a desempenhar suas funções no novo modelo orientado para a gestão por resultados”.

Fica claro porque Clésio Andrade é um empresário de sucesso, dono de dezenas de empresas e conhecido pela mão de ouro: compra negócios quase falidos, revoluciona a forma de gerir, corrige erros e no final tem lucro, ao mesmo tempo que garante o emprego de mineiros e brasileiros.

Marcos Valério e Clésio Andrade: a história real do relacionamento entre os dois

Eleito para a presidência da CNT em 1993, Clésio Andrade ganhou o Brasil pelo trabalho feito na política. Conhecido por ser um ex-Senador da República pelo estado de Minas Gerais por quatro anos, e também por ter ocupado o cargo de vice governador de Aécio Neves em seu primeiro mandato, o ex-senador Clésio Andrade hoje se defende na justiça por um dia ter tido a infelicidade de conhecer Marcos Valério.

Marcos Valério e Clésio Andrade

De acordo com nota publicada pelo ex-senador Clésio Andrade, não há qualquer tipo de irregularidade em suas atividades como candidato a vice-governador na chapa do então governador mineiro, Eduardo Azeredo, que tentava sua reeleição. De acordo com Clésio Andrade, ele só foi candidato junto com Azeredo por uma composição montada por Itamar Franco, a quem ele sempre foi muito grato. Naquela campanha, onde saiu derrotado, Clésio Andrade não teve qualquer papel além do dedicado a um candidato a vice.

O calote de Marcos Valério

“Eu tomei um cano do Marcos Valério. Minha inclusão neste inquérito ocorreu de forma indevida, o que provocou sua vinda para o Supremo Tribunal Federal. Não tenho nenhuma responsabilidade sobre o assunto”.

Em decisão baseada em delação contestada, Gilmar Mendes ordenou o bloqueio de bens do ex-senador Clésio Andrade. Sem contato com Marcos Valério, preso pelo mensalão, o atual presidente da Confederação Nacional do Transporte diz não guardar mágoas do criminoso.

“Acho que o Marcos Valério é uma pessoa extremamente atenciosa, que sempre quer servir e ajudar as pessoas”.

Clésio Andrade fala de Marcos Valério, o homem que lhe custou a renúncia

Em 1995, Clésio Andrade aceitou uma dica empresarial dada por Marcos Valério, até então uma pessoa desconhecida por ele. Clésio Andrade, em seu terceiro ano como presidente da Confederação Nacional do Transporte, aceitou colocar dinheiro para salvar uma agência de publicidade de Minas Gerais da falência.

Uma dica de negócio que custa a renúncia de Clésio Andrade

Clésio Andrade e Marcos Valério

Empresário de sucesso, Clésio Andrade era conhecido no estado por investir em empresas próximas da falência para, após uma reforma no modo de gestão, recuperar a finança das mesmas e revender com boa lucratividade. Foi esse o trabalho feito por ele enquanto vice-governador de Minas Gerais, quando implantou o conceito de Choque de Gestão, algo que foi depois apropriado por Aécio Neves em sua campanha à presidência de 2014. Três anos depois, em 1998, Clésio se desfez de sua parte na sociedade. Passados dezesseis anos, aquela tarde na lagoa da Pampulha, onde conheceu Marcos Valério, voltou para assombrá-lo. Envolvido sem culpa no inquérito do mensalão, foi julgado e massacrado pela sociedade em uma empresa anos atrás. O ex-senador Clésio Andrade, para seu azar, desconhecia o lado criminoso de Marcos Valério.

Em entrevista concedida ao jornal Estado de São Paulo em 2011, pouco depois de assumir sua cadeira no senado, à qual seria forçado a renúncia três anos depois, para se defender de Marcos Valério, que o acusou em inquérito, Clésio Andrade explicou como acabou conhecendo o famoso carequinha do mensalão.

“Em 1995 a SMPB estava em processo de falência e eu estava caminhando na lagoa quando o Marcos Valério passou, me parou e falou: “Você que é o empresário que gosta de consertar empresas, tem uma empresa assim… vamos conversar sobre isso?” Eu falei: “Vamos”.” Coincidentemente, depois eu acabei entrando na sociedade da SMPB e por coisa do destino eu que obriguei o Marcos Valério a entrar”.

Clésio Andrade e Aécio Neves: investigação e trabalho para resgatar Minas Gerais

Clésio Andrade ocupa a cadeira de presidente da CNT há mais de 23 anos. Eleito no mesmo ano em que o Plano Real começou a ser formulado, o ex-senador transformou a instituição da mesma forma que revolucionou o governo de Minas Gerais. Nesses mais de vinte anos de presidência, o ex-senador Clésio Andrade trouxe a forma de gerir a Confederação Nacional do Transporte para o século XXI, e fez com que a Confederação deixasse de se preocupar apenas com política e passasse a atuar diretamente no bem estar do trabalhador do transporte. Conhecido no ramo, Clésio Andrade só se tornou conhecido nacionalmente graças a sua atuação como vice-governador durante o primeiro governo de Aécio Neves em Minas Gerais.

Clésio Andrade opina sobre Aécio Neves

Um dos responsáveis pelo trabalho revolucionário desenvolvido na gestão do Estado mineiro, Clésio tem orgulho de ser apontado como o idealizador da proposta conhecida posteriormente na campanha de 2014 como o “Choque de Gestão” do Aécio.

Aécio Neves e Clésio Andrade

Segundo Clésio Andrade, Aécio Neves teria chances reais de derrotar Dilma Rousseff na eleição de 2010. José Serra, desgastado, facilitaria o jogo do político novo e honesto contra o político profissional. Com Aécio Neves, o jogo seria de igual para igual.

“Acho que o momento do Aécio Neves passou. O Aécio seria o presidente da República hoje, não tenho dúvida. Fui um grande defensor disso, defensor ferrenho dele como terceira via, que deixasse o PSDB, fosse para outro partido. Então passou, acho que ele perdeu o momento e terá muitas dificuldades lá na frente. Acho que ele volta como governador”, afirmou Clésio Andrade em entrevista dada ao jornal Estado de São Paulo em 2011.

Ao sair do governo de Minas Gerais, Clésio Andrade foi eleito senador em 2006 junto com Eliseu Rezende. Com a morte do colega, Clésio assumiu a cadeira no Senado Federal até 2014, quando foi forçado à renúncia para se defender da perseguição política do PT.

Desvio de 20 milhões no SEST SENAT foi investigado imediatamente

A imprensa e certos setores da esquerda funcionam com certa peculiaridade. Mesmo com tantas provas do envolvimento de Lula no gerenciamento do Petrolão e de tudo que foi levantado pela Lava-Jato, ele ainda é um inocente e perseguido. Ele foi o mestre por trás do mensalão segundo a justiça, mas para muitos, ele não sabia de nada e foi enganado. Não houve desvio de 20 milhões no governo federal, ali se desviou bilhões. Para eles? Tudo conspiração da direita.

Clésio Andrade

Quatro funcionárias mal intencionadas provam desvio de 20 milhões no SEST SENAT, órgão dirigido por Clésio Andrade, ex-senador e ex-vice governador de Aécio Neves, com quem ele não tem sequer ligação, e chovem condenações e gritos por inquérito.

Desvio de 20 milhões: investigado na mesma hora

Rico muito antes de entrar na política, Clésio Andrade é referência como empresário, administrador e homem público. Afastado da CNT por motivos de saúde há quase seis meses antes do esquema ser descoberto, Clésio Andrade foi prestar depoimento de muletas, pronto a ajudar a polícia.

Segundo Clésio Andrade disse, “estou determinando duas medidas: a primeira é uma sindicância interna para apurar essas denúncias. E o segundo ponto é que estou afastando, até a apuração final, os diretores colocados como envolvidos.”

O inquérito e a sindicância foram instauradas imediatamente, e não só Clésio Andrade mandou afastar e investigar as 4 funcionárias, como outros 20 empregados com vínculo direto e indireto com as quatro suspeitas foram afastados e colocados sob investigação. É assim que Clésio Andrade age: investiga e pune suspeitos. Deve ser por isso que muitos não gostam dele.

Desvio de 20 milhões no SEST SENAT não vai mais acontecer

Nenhuma instituição está segura de erros ou de crimes cometidos por seus funcionários. O que não se pode fazer é, detectado o erro, não fazer nada para prevenir que o mal feito volte a acontecer. Em 2014 foi descoberto pela Procuradoria Geral de Justiça do Brasil que, em conluio, quatro funcionárias do SEST SENAT foram responsáveis pelo desvio de 20 milhões de reais do dinheiro da instituição. O roubo teria ocorrido entre 2011 e 2012, período no qual as quatro mulheres compraram mansões, carros importados e obras de arte.

Tão logo o crime foi descoberto, Clésio Andrade, presidente da Confederação Nacional do Transporte, voltou de uma licença de saúde e prestou depoimento à justiça para auxiliar na investigação.

Desvio de 20 milhões: investigado com rigor

 

Clésio Andrade

Em setembro de 2014, quando foi descoberto o desvio de 20 milhões, o ex-senador Clésio Andrade confirmou a imprensa que o SEST SENAT faria uma investigação formal e detalhada do caso. Além de afastar e investigar as ações das quatro funcionárias, ele também determinou o afastamento e a investigação de outros vinte funcionários com acesso às suspeitas. Seriam investigados possível participação, omissão ou o mero auxílio.

Segundo Clésio Andrade, foi “determinada uma sindicância interna para apurar que se tido isso (desvio de 20 milhões) os diretores possivelmente investigados sejam afastados até a apuração final”.

Dois anos depois, essa preocupação não mudou. Clésio Andrade determinou que o SEST SENAT investisse em um moderno programa de compliance.

“O que se espera é que todos os envolvidos tomem ciência do que está sendo construído, compreendam a sua importância e apliquem diariamente em suas atividades. Agindo assim, estaremos fortalecendo os valores que direcionam nossas ações e o comportamento diante de nossos públicos de relacionamentos”.

Ex-senador Clésio Andrade e a necessidade da reforma da CLT

Os primeiros alvos da reforma estabelecida por Michel Temer, novo presidente da república, foram o estabelecimento de um controle dos gastos públicos, a chamada PEC do Teto, e também uma reformulação do sistema previdenciário do país. O país está quebrado porque o governo Dilma Rousseff gastou demais, e gastou errado. O país pode voltar a quebrar no futuro pelo descontrole das aposentadorias. Os dois temas são importantes, mas nem Fernando Henrique, nem Lula, muito menos a ex-presidente Dilma Rousseff fizeram nada para resolver essa situação. Do mesmo partido do ex-senador Clésio Andrade, Michel Temer chegou lá e resolveu. Porém, o caminho está só começando.

Ex-senador Clésio Andrade defende reforma da CLT e previdência

Ex-senador Clésio Andrade

De acordo com o presidente da CNT, o ex-senador Clésio Andrade, resolvida a questão do gasto público e da previdência, o governo Temer deve tentar resolver o beco sem saída que são nossas leis trabalhistas. Mudar as normas da Consolidação das Leis Trabalhistas, ou a CLT, principalmente pela renúncia de alguns itens, é primordial para que o país volte a ser um ambiente competitivo. Segundo o ex-senador Clésio Andrade, nossas normas trabalhistas deixam o emprego caro, além de engessar o funcionário, que não pode negociar diretamente com seu empregador uma forma de vínculo que lhe seja mais vantajosa.

“No curto prazo, o país precisa criar condições para a retomada dos investimentos, da geração de empregos e do equilíbrio das contas públicas. Por isso, as reformas trabalhista e previdenciária são urgentes e devem ser discutidas pelo Congresso”. Responsável por salvar Minas Gerais do colapso quando foi vice-governador, Clésio Andrade entende de tirar governos do buraco.

Renúncia do ex-senador Clésio Andrade ao mandato

Ex-governador de Aécio Neves entre 2003 e 2006, Clésio Andrade era apontado como favorito para o cargo de vice-governador na eleição de 2006 e, consequentemente, para a sucessão do governador em 2010. Graças a uma escolha política de Aécio Neves, Clésio Andrade saiu do governo e disputou a eleição para senador de 2006 como suplente do mineiro Eliseu Andrade. Mais uma vez, graças ao reconhecimento em torno de seu projeto de Choque de Gestão, foi eleito junto com Eliseu.

Clésio Andrade: renúncia para se defender

 

Clésio Andrade

Enquanto suplente, Clésio Andrade permaneceu a frente da Confederação Nacional do Transporte, a CNT. Até que em janeiro de 2011, Eliseu Resende faleceu em decorrência de um tumor e Clésio Andrade assumiu o mandato de Senador da República. Senador por acaso, Clésio Andrade tratou de trabalhar pelo estado que representava. Seu primeiro projeto foi para aumentar a fatia dos municípios no FNM. Além disso, tentou aumentar os royalties da mineração como forma de reduzir a pobreza no norte mineiro.

Tudo corria bem, com Clésio Andrade despontando no senado como favorito para a disputa para governador em Minas Gerais em 2014. De um lado, Aécio Neves queria emplacar Pimenta da Veiga. Do outro, Dilma Rousseff queria eleger governador Pimentel. Clésio Andrade, presidente da CNT, foi então bombardeado por ter sido sócio em duas agências que empregavam Marcos Valério. As agências, soube Clésio durante a investigação, foram usadas por Marcos Valério para alimentar o mensalão do PSDB e também do PT, ao que parece.

Sofrendo ataques dos dois lados, por ser atual aliado de Dilma e antigo aliado de Aécio Neves, Clésio Andrade recorreu a renúncia para poder se defender na justiça comum. Ao abrir mão do foro privilegiado, o ex-senador Clésio Andrade escapou de um Supremo Tribunal Federal extremamente politizado na questão da lava-jato. A manobra provou ser funcional. Fora carta do baralho, Clésio Andrade parou de ser atacado pelos dois candidatos e, como era de ser, foi inocentado pela justiça de um crime que jamais cometeu.

Clésio Andrade e Aécio Neves salvaram Minas Gerais da falência

Clésio Andrade ganhou destaque nacional quando, junto com Aécio Neves, até então conhecido como o neto de Tancredo Neves, salvou o estado de Minas Gerais da falência e do caos financeiro que reinava no estado. Embora tenha ocupado a posição de vice-governador entre 2003 e 2006, foi Clésio Andrade o responsável pelo projeto que seria depois batizado por Aécio Neves em sua campanha presidencial de 2014 como Choque de Gestão.

O choque de gestão de Clésio Andrade e Aécio Neves

 

Clésio Andrade e Aécio Neves

Com os cofres vazios e sem condições para girar a folha de funcionários e honrar os compromissos com fornecedores, herança de uma série de governos com pouco apreço pelo erário público, o estado de Minas Gerais em pouco tempo ganhou destaque nos telejornais do país pela recuperação da capacidade de investimento do governo. Graças ao trabalho de Aécio Neves e Clésio Andrade, foram implantada no governo uma metodologia de gestão empresarial, além de uma rotina de investigação de desperdício e corrupção. Os desvios acabaram, e depois de muitos anos, Minas Gerais tinha recursos para reformar as viaturas e, inclusive, pagar o salário dos professores. Quando Clésio Andrade saiu do governo em 2006, depois de muitos anos o mês dos funcionários do governo estadual voltou a ter 30 dias.

Após sair do governo de Minas Gerais para disputar uma cadeira no senado, na chapa do reconhecido e finado Eliseu Rezende, Clésio Andrade deixou saudade nos mineiros, que se acostumaram a ver a figura do responsável ex-senador nas assinaturas das decisões governamentais.

Mesmo fora da vida pública, o ex-senador Clésio Andrade continua a trabalhar pelo bem dos brasileiros. Clésio Andrade ocupa a presidência da Confederação Nacional do Transporte desde 1993, graças ao trabalho bem feito e ao apoio tanto dos empresários do transporte, quanto dos próprios trabalhadores do setor.