Clésio Andrade: Bloqueio de bens de inocentes é covarde

Clésio Andrade

A justiça brasileira é uma coisa engraçada. Pune-se quem é inocente para salvar quem já foi condenado. Em uma decisão curiosa e que chama a atenção, um juiz mineiro negou o bloqueio de bens do ex-governador de Minas Gerais, Eduardo Azeredo, condenado pelo caso conhecido como mensalão tucano, que foi um esquema montado por Marcos Valério, também condenado por esse mensalão, e também pelo mensalão do PT.

Bloqueio de bens sem condenação é imoral

Na mesma ação que libera Azeredo e pune Marcos Valério, esse juiz determina o bloqueio de bens do ex-senador Clésio Andrade, atual presidente da Confederação Nacional do Transporte. O crime cometido pelo ex-senador? Ser sócio nas empresas usadas pelo condenado Marcos Valério. O detalhe é que, segundo a justiça, Clésio Andrade é inocente, e nunca foi condenado.

Na prática, a decisão do juiz mineiro determinou a punição de um inocente, enquanto salvava o patrimônio ilícito de um condenado pela justiça. Ao decretar o bloqueio de bens do ex-senador Clésio Andrade sem um inquérito com condenação, infelizmente a justiça, e não foi o Supremo Tribunal Federal, cometeu uma injustiça.

Longe da política, Clésio Andrade agora concentra seu tempo na presidência da Confederação Nacional do Transporte. Ali, faz o que sabe mais: trabalhar em prol dos caminhoneiros e suas famílias. Em janeiro, o SEST SENAT, criado por ele, lançou mais de 32 cursos a distância voltados a capacitação profissional da categoria, todos gratuitos.

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