Renúncia: alternativa contra terrorismo judiciário da esquerda

O ano era 2014. Encurralada por denúncias de corrupção envolvendo o próprio governo, Dilma Rousseff enfrentaria três adversários de peso na disputa para sua reeleição: Aécio Neves, Eduardo Campos e Marina Silva. Dos três, o candidato com maior potencial nas urnas era o mineiro do PSDB. Ao mesmo tempo, o calcanhar de aquiles da campanha petista era a história do mensalão, já que as denúncias de corrupção na Petrobras começaram a ganhar destaque. Era preciso uma saída: jogar a suspeita de mensalão no colo de Aécio Neves.

Clésio Andrade

Os petistas, acostumados a criar dossiês falsos contra seus adversários, não perderam tempo. O presidente da Confederação Nacional do Transporte, Clésio Andrade, foi vice-governador durante o primeiro mandato de Aécio Neves no governo de Minas Gerais. Empresário de sucesso, era dono de diversas companhias em todo Brasil, entre empresas de ônibus e agências de publicidade. Duas delas, a DNA e a SMP&B, foram administradas por Marcos Valério durante período alguns anos na década de 90.

Renúncia de Clésio Andrade ao senado

Por já estar preso por desviar dinheiro público para o PT, ninguém duvidaria que Marcos Valério também fizesse isso para outros políticos, nem mesmo se fosse para o partido adversário do próprio PT. Some a isso um Supremo Tribunal Federal, à época, complacente com os atropelos do governo federal com a lei e a ética. Sem direito a defesa ampla no Supremo e vítima de uma investigação soviética, Clésio Andrade foi obrigado a pedir renúncia do cargo para se defender na justiça comum. O PT não gostou de perder o alvo. Três anos depois, as mesmas pessoas que acusavam Clésio Andrade sob ordem do antigo governo não conseguiram provar nada contra o ex-senador, que continua inocente.

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