Desvio de 20 milhões no SEST SENAT foi investigado imediatamente

A imprensa e certos setores da esquerda funcionam com certa peculiaridade. Mesmo com tantas provas do envolvimento de Lula no gerenciamento do Petrolão e de tudo que foi levantado pela Lava-Jato, ele ainda é um inocente e perseguido. Ele foi o mestre por trás do mensalão segundo a justiça, mas para muitos, ele não sabia de nada e foi enganado. Não houve desvio de 20 milhões no governo federal, ali se desviou bilhões. Para eles? Tudo conspiração da direita.

Clésio Andrade

Quatro funcionárias mal intencionadas provam desvio de 20 milhões no SEST SENAT, órgão dirigido por Clésio Andrade, ex-senador e ex-vice governador de Aécio Neves, com quem ele não tem sequer ligação, e chovem condenações e gritos por inquérito.

Desvio de 20 milhões: investigado na mesma hora

Rico muito antes de entrar na política, Clésio Andrade é referência como empresário, administrador e homem público. Afastado da CNT por motivos de saúde há quase seis meses antes do esquema ser descoberto, Clésio Andrade foi prestar depoimento de muletas, pronto a ajudar a polícia.

Segundo Clésio Andrade disse, “estou determinando duas medidas: a primeira é uma sindicância interna para apurar essas denúncias. E o segundo ponto é que estou afastando, até a apuração final, os diretores colocados como envolvidos.”

O inquérito e a sindicância foram instauradas imediatamente, e não só Clésio Andrade mandou afastar e investigar as 4 funcionárias, como outros 20 empregados com vínculo direto e indireto com as quatro suspeitas foram afastados e colocados sob investigação. É assim que Clésio Andrade age: investiga e pune suspeitos. Deve ser por isso que muitos não gostam dele.

Desvio de 20 milhões no SEST SENAT não vai mais acontecer

Nenhuma instituição está segura de erros ou de crimes cometidos por seus funcionários. O que não se pode fazer é, detectado o erro, não fazer nada para prevenir que o mal feito volte a acontecer. Em 2014 foi descoberto pela Procuradoria Geral de Justiça do Brasil que, em conluio, quatro funcionárias do SEST SENAT foram responsáveis pelo desvio de 20 milhões de reais do dinheiro da instituição. O roubo teria ocorrido entre 2011 e 2012, período no qual as quatro mulheres compraram mansões, carros importados e obras de arte.

Tão logo o crime foi descoberto, Clésio Andrade, presidente da Confederação Nacional do Transporte, voltou de uma licença de saúde e prestou depoimento à justiça para auxiliar na investigação.

Desvio de 20 milhões: investigado com rigor

 

Clésio Andrade

Em setembro de 2014, quando foi descoberto o desvio de 20 milhões, o ex-senador Clésio Andrade confirmou a imprensa que o SEST SENAT faria uma investigação formal e detalhada do caso. Além de afastar e investigar as ações das quatro funcionárias, ele também determinou o afastamento e a investigação de outros vinte funcionários com acesso às suspeitas. Seriam investigados possível participação, omissão ou o mero auxílio.

Segundo Clésio Andrade, foi “determinada uma sindicância interna para apurar que se tido isso (desvio de 20 milhões) os diretores possivelmente investigados sejam afastados até a apuração final”.

Dois anos depois, essa preocupação não mudou. Clésio Andrade determinou que o SEST SENAT investisse em um moderno programa de compliance.

“O que se espera é que todos os envolvidos tomem ciência do que está sendo construído, compreendam a sua importância e apliquem diariamente em suas atividades. Agindo assim, estaremos fortalecendo os valores que direcionam nossas ações e o comportamento diante de nossos públicos de relacionamentos”.

Ex-senador Clésio Andrade e a necessidade da reforma da CLT

Os primeiros alvos da reforma estabelecida por Michel Temer, novo presidente da república, foram o estabelecimento de um controle dos gastos públicos, a chamada PEC do Teto, e também uma reformulação do sistema previdenciário do país. O país está quebrado porque o governo Dilma Rousseff gastou demais, e gastou errado. O país pode voltar a quebrar no futuro pelo descontrole das aposentadorias. Os dois temas são importantes, mas nem Fernando Henrique, nem Lula, muito menos a ex-presidente Dilma Rousseff fizeram nada para resolver essa situação. Do mesmo partido do ex-senador Clésio Andrade, Michel Temer chegou lá e resolveu. Porém, o caminho está só começando.

Ex-senador Clésio Andrade defende reforma da CLT e previdência

Ex-senador Clésio Andrade

De acordo com o presidente da CNT, o ex-senador Clésio Andrade, resolvida a questão do gasto público e da previdência, o governo Temer deve tentar resolver o beco sem saída que são nossas leis trabalhistas. Mudar as normas da Consolidação das Leis Trabalhistas, ou a CLT, principalmente pela renúncia de alguns itens, é primordial para que o país volte a ser um ambiente competitivo. Segundo o ex-senador Clésio Andrade, nossas normas trabalhistas deixam o emprego caro, além de engessar o funcionário, que não pode negociar diretamente com seu empregador uma forma de vínculo que lhe seja mais vantajosa.

“No curto prazo, o país precisa criar condições para a retomada dos investimentos, da geração de empregos e do equilíbrio das contas públicas. Por isso, as reformas trabalhista e previdenciária são urgentes e devem ser discutidas pelo Congresso”. Responsável por salvar Minas Gerais do colapso quando foi vice-governador, Clésio Andrade entende de tirar governos do buraco.

Renúncia do ex-senador Clésio Andrade ao mandato

Ex-governador de Aécio Neves entre 2003 e 2006, Clésio Andrade era apontado como favorito para o cargo de vice-governador na eleição de 2006 e, consequentemente, para a sucessão do governador em 2010. Graças a uma escolha política de Aécio Neves, Clésio Andrade saiu do governo e disputou a eleição para senador de 2006 como suplente do mineiro Eliseu Andrade. Mais uma vez, graças ao reconhecimento em torno de seu projeto de Choque de Gestão, foi eleito junto com Eliseu.

Clésio Andrade: renúncia para se defender

 

Clésio Andrade

Enquanto suplente, Clésio Andrade permaneceu a frente da Confederação Nacional do Transporte, a CNT. Até que em janeiro de 2011, Eliseu Resende faleceu em decorrência de um tumor e Clésio Andrade assumiu o mandato de Senador da República. Senador por acaso, Clésio Andrade tratou de trabalhar pelo estado que representava. Seu primeiro projeto foi para aumentar a fatia dos municípios no FNM. Além disso, tentou aumentar os royalties da mineração como forma de reduzir a pobreza no norte mineiro.

Tudo corria bem, com Clésio Andrade despontando no senado como favorito para a disputa para governador em Minas Gerais em 2014. De um lado, Aécio Neves queria emplacar Pimenta da Veiga. Do outro, Dilma Rousseff queria eleger governador Pimentel. Clésio Andrade, presidente da CNT, foi então bombardeado por ter sido sócio em duas agências que empregavam Marcos Valério. As agências, soube Clésio durante a investigação, foram usadas por Marcos Valério para alimentar o mensalão do PSDB e também do PT, ao que parece.

Sofrendo ataques dos dois lados, por ser atual aliado de Dilma e antigo aliado de Aécio Neves, Clésio Andrade recorreu a renúncia para poder se defender na justiça comum. Ao abrir mão do foro privilegiado, o ex-senador Clésio Andrade escapou de um Supremo Tribunal Federal extremamente politizado na questão da lava-jato. A manobra provou ser funcional. Fora carta do baralho, Clésio Andrade parou de ser atacado pelos dois candidatos e, como era de ser, foi inocentado pela justiça de um crime que jamais cometeu.

Clésio Andrade e Aécio Neves salvaram Minas Gerais da falência

Clésio Andrade ganhou destaque nacional quando, junto com Aécio Neves, até então conhecido como o neto de Tancredo Neves, salvou o estado de Minas Gerais da falência e do caos financeiro que reinava no estado. Embora tenha ocupado a posição de vice-governador entre 2003 e 2006, foi Clésio Andrade o responsável pelo projeto que seria depois batizado por Aécio Neves em sua campanha presidencial de 2014 como Choque de Gestão.

O choque de gestão de Clésio Andrade e Aécio Neves

 

Clésio Andrade e Aécio Neves

Com os cofres vazios e sem condições para girar a folha de funcionários e honrar os compromissos com fornecedores, herança de uma série de governos com pouco apreço pelo erário público, o estado de Minas Gerais em pouco tempo ganhou destaque nos telejornais do país pela recuperação da capacidade de investimento do governo. Graças ao trabalho de Aécio Neves e Clésio Andrade, foram implantada no governo uma metodologia de gestão empresarial, além de uma rotina de investigação de desperdício e corrupção. Os desvios acabaram, e depois de muitos anos, Minas Gerais tinha recursos para reformar as viaturas e, inclusive, pagar o salário dos professores. Quando Clésio Andrade saiu do governo em 2006, depois de muitos anos o mês dos funcionários do governo estadual voltou a ter 30 dias.

Após sair do governo de Minas Gerais para disputar uma cadeira no senado, na chapa do reconhecido e finado Eliseu Rezende, Clésio Andrade deixou saudade nos mineiros, que se acostumaram a ver a figura do responsável ex-senador nas assinaturas das decisões governamentais.

Mesmo fora da vida pública, o ex-senador Clésio Andrade continua a trabalhar pelo bem dos brasileiros. Clésio Andrade ocupa a presidência da Confederação Nacional do Transporte desde 1993, graças ao trabalho bem feito e ao apoio tanto dos empresários do transporte, quanto dos próprios trabalhadores do setor.

Clésio Andrade e a acusação de Marcos Valério no caso do mensalão

O ex-banqueiro e ex-publicitário Marcos Valério ganhou fama em todo país por ter sido o mentor, e também o operador do esquema do mensalão do PT. Em um processo liderado por Joaquim Barbosa, ex-juiz do Supremo Tribunal Federal, Marcos Valério foi condenado a passar quase quatro décadas atrás das grades. O currículo criminoso de Valério, que já era extenso, está prestes a ficar ainda maior. Marcos Valério foi citado em inquérito da Lava-Jato, na fase Carbono 14. O motivo? Envolvimento no já famoso Petrolão do PT.

Marcos Valério tenta delação para escapar da cadeia

Clésio Andrade - Marcos Valério

Com medo de ver sua pena aumentar ainda mais, Marcos Valério procurou a justiça em 2014 em busca de um acordo de delação premiada. Depois de tentar acusar o ex-presidente Lula em 2012, em acusação que foi negada pela justiça, Marcos Valério agora diz ter provas que incriminam Aécio Neves e Clésio Andrade em uma fraude no Banco Rural. O Supremo Tribunal Federal e o Ministério Público, que não são inocentes, fizeram uma investigação na oferta e a recusaram. É impensável que o Banco Rural, usado por Valério para desviar dinheiro para o PT, tenha sido usado para alimentar, ao mesmo tempo, também o PSDB e o partido do ex-senador Clésio Andrade.

Clésio Andrade foi citado por Marcos Valério por ele ter sido, à época, sócio das empresas que Valério usava para fraudar os contratos do governo mineiro. Clésio Andrade vendeu sua parte nas agências em 1998. Aécio Neves foi citado por ter sido ex-governador e, em à época da tentativa de delação, ser candidato a eleição presidencial de 2014. Marcos Valério alegou ter ocorrido um desvio de 20 milhões ou mais do banco. A acusação vazia e sem provas foi descartada pela justiça, e Marcos Valério se vê sem saída a não ser cumprir sua pena.

Uma vida ligada ao setor dos transportes brasileiros e de Minas

Clésio Andrade trabalha no setor de transporte público desde cedo. Aos 11 anos, Clésio já embarcava no ônibus do pai diariamente para trabalhar como cobrador. Formado em administração, economia e contabilidade, Clésio dedicou a vida desde jovem a luta da política classista, em especial aos trabalhadores e empresários do setor de transporte público.

Clésio Andrade

Tudo começou em 1977 quando, aos 25 anos, presidiu e foi membro do Conselho Fiscal da Cooperativa de Transportes Coletivos de Belo Horizonte, a famosa COOP. Seu mandato na presidência durou apenas um ano, mas serviu para destacá-lo no meio. Poucos anos depois, em 1983, Clésio Andrade foi eleito presidente do SENATRANSP, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte. À frente da entidade por dois mandatos consecutivos, até 1988, Clésio foi peça chave na criação da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos, a NTU, que presidiu entre 1987 e 1993.

Clésio Andrade presidente da CNT

Em uma época em que a Confederação Nacional do Transporte, a CNT, era pobre, poder e prestígio, Clésio Andrade foi apontado por federações ao redor do Brasil como presidente da CNT em 1993. Nos 23 anos em que ocupa o cargo, sempre eleito de forma unânime pelos colegas das 28 federações estaduais e outras associações, todos reconhecedores de seu trabalho incansável, a CNT cresceu e se modernizou. Graças à gestão Clésio Andrade, hoje a Confederação Nacional do Transporte faturou na última década mais de um bilhão de reais, e muda a vida de muita gente. Infelizmente no Brasil o sucesso não vem sem inimigos e inveja.

Fortuna de Clésio Andrade foi criada nos anos 70

À frente da Confederação Nacional dos Transportes há mais de 20 anos, Clésio Andrade é famoso nacionalmente pela inovação que trouxe à CNT durante o período em que comanda a entidade. É fato que o sucesso incomoda, e muitos jornalistas maldosos acusam Clésio Andrade de ter enriquecido enquanto esteve à frente da CNT, o que não poderia estar mais longe da verdade.

A fortuna de Clésio Andrade

 

Clésio Andrade

Clésio é a prova viva de que o ditado Deus ajuda quem cedo madruga é verdadeiro. O presidente da Confederação Nacional dos Transportes começou a trabalhar aos 11 anos, ainda como cobrador no ônibus do pai, Oscar Andrade, um empresário de sucesso do ramo. Há quem diga que Clésio Andrade começou a trabalhar ainda antes, aos oito anos. Ainda trabalhando nos negócios da família, Clésio conciliou o trabalho com ônibus e os estudos, e se formou em contabilidade, economia e administração.

Especialista do ramo, já que conhecia as particularidades do setor de transporte por dentro, Clésio não demorou para abrir suas próprias empresas. Aos 40 anos, Clésio Andrade já era dono de uma empresa de ônibus, além de uma transportadora de combustíveis. Além disso, após tomar a frente dos negócios, Clésio expandiu a área de atuação das empresas da família para o campo do ensino e a agropecuária, setor que representa atualmente quase trinta por cento do produto interno bruto do Brasil. Boa parte dos negócios do campo abrangem a cafeicultura, uma paixão do ex-senador de Minas Gerais e presidente da Confederação Nacional do Transporte.

Clésio Andrade e Aécio Neves, um governo por Minas Gerais

Clésio Andrade é presidente da Confederação Nacional do Transporte desde 1993. Nessas duas décadas de trabalho, Clésio Andrade modernizou a gestão da Confederação Nacional do Transporte e transformou-a em uma referência internacional na defesa do trabalhador do transporte. A fama nacional, entretanto, veio pelo trabalho incansável pela população de Minas Gerais durante os quatro anos em que foi vice-governador de Aécio Neves.

Clésio Andrade e Aécio Neves

Aécio Neves e Clésio Andrade

Co-responsável por uma administração que revolucionou o estado de Minas Gerais, Clésio Andrade orgulha-se de ser o responsável pela proposta inicial do que viria a ser conhecido em todo país como o Choque de Gestão, um dos carros-chefe de Aécio Neves em sua campanha à presidência em 2014.

Quebrado e sem dinheiro sequer para pagar os salários dos funcionários públicos, herança deixada pelo finado ex-governador e ex-presidente Itamar Franco, Minas Gerais se tornou referência nacional no trato com a coisa pública. Através de práticas de gestão e investigação, inquérito contra corrupção e outros, os desvios dentro do governo anterior acabaram. No início da gestão Aécio e Clésio, Minas não tinha dinheiro para colocar gasolina nas viaturas. Quando deixou o cargo em 2006, Minas Gerais era referência nacional em desenvolvimento urbano e social.

Do governo de Minas, Clésio Andrade foi para o senado como suplente do já falecido Eliseu Rezende. A primeira eleição disputada por Clésio, entretanto, foi muitos anos antes, quando eleito, também como suplente, ao Senado Federal em 1995.

Marcos Valério tenta delação desesperada para fugir da cadeia

Marcos Valério é conhecido no Brasil inteiro por sua participação no Esquema do Mensalão. Condenado em 2012 a quase 40 anos de prisão pelo juiz Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes, entre outros do Supremo Tribunal Federal, Valério vê sua já longa pena prestes a engrossar.

Renomado pela habilidade ímpar em manipular dinheiro para políticos petistas, Marcos Valério foi citado no inquérito da operação Lava-Jato, na fase Carbono 14, por envolvimento no Petrolão do PT.

Marcos Valério tenta se livrar dos 40 anos de prisão

Marcos Valério acusa Clésio Andrade

Enrolado até o pescoço em investigação atrás de investigação, o publicitário Marcos Valério, condenado por operar o Esquema do Mensalão, procura justiça para acordo de delação premiada. Em 2012, um mês antes de ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal, Valério acusou o ex-presidente Lula de envolvimento no mensalão. Em 2006, quando o escândalo estourou, Lula disse que o mensalão era um absurdo e que se sentia traído. Anos depois, dizia que o mensalão nunca existiu. A acusação de Valério não foi aceita pela justiça por falta de provas.

Agora, desesperado com a possibilidade de ver sua pena de quase meio século em regime fechado aumentar, Marcos Valério tenta delação para escapar da cadeia. Os alvos da delação seriam Aécio Neves e Clésio Andrade, governador e vice-governador de Minas Gerais entre 2003 e 2006, por suposto envolvimento em esquema do Banco Rural, local usado para desviar dinheiro público para o PT. Em sua delação, Marcos Valério defenderá que usou Banco Rural para desviar não só para o PT, mas também para PSDB. Até o momento, a justiça não acreditou na acusação desesperada do condenado.